quarta-feira, 11 de maio de 2011

Planejamento: Níveis Operacional, Tático e Estratégico


DECISÕES NAS ORGANIZAÇÕES


Quando nos referimos à Tomada de Decisão, principalmente por parte de uma organização, independentemente de sua finalidade, devemos levar em consideração o Planejamento Estratégico adotado por esta organização. 


Planejar é, portanto, saber onde queremos chegar. O Planejamento Organizacional pode ser divido em três níveis: estratégico, tático e operacional.


Nível Estratégico
é aquele que geralmente é executado com uma visão de longo prazo e, dada à sua natureza e seu grau de importância para a organização, representa um impacto mais amplo, profundo e duradouro sobre a mencionada organização. É importante frisar que,na maioria das organizações, é elaborado pelo seu mais alto escalão hierárquico, o mesmo deverá contemplar uma série de decisões que deverão ser tomadas nos demais níveis hierárquicos da organização. Podemos citar  alguns exemplos de decisões que são tomadas no nível estratégico por parte das organizações:

a)     Missão: é o motivo principal da existência de uma organização.

b)    Visão: é a meta maior da organização. Para ela, todos os esforços internos da organização e de todas as pessoas envolvidas devem ser dirigidos.

c)     Clientes: são os principais responsáveis pelo sucesso ou pelo insucesso da organização. São eles que estarão absorvendo ou rejeitando os produtos oferecidos pela organização. 
d)    Fornecedores: dentro da moderna concepção de parceria, os fornecedores têm um papel importante para as organizações. É o chamado "co-makership", onde a relação de parceria entre cliente-fornecedor atinge um elevado grau de evolução, traduzida em confiança mútua, participação, fornecimento com qualidade assegurada etc.

e)     Negócios: área de atuação da organização que tem por objetivo suprir as necessidades apresentadas pelos seus clientes, através dos fornecimentos dos produtos e também dos serviços necessários para satisfazer tais necessidades.


Nível Tático
tem seu foco mais específico que o estratégico. No nível tático, existe um menor nível de incerteza para as tomadas de decisões.O tempo de planejamento no nível tático, é a médio prazo. As decisões do nível tático, são mais facilmente revistas, quando necessárias, por terem menor abrangência que as estratégias.O universo das decisões táticas é bastante amplo, porém proporcional ao tamanho e ao tipo de complexidade estrutura de cada organização. O imperativo é que cada área ou função tenha seus planos específicos, os quais estejam interligados umbilicalmente às ações estratégicas da companhia como um todo. Ex: Política de Recrutamento e Seleção de Pessoal.




Nível Operacional 
direciona seus esforços para cada processo ou projeto da organização. São aplicadas em setores específicos e apresentam impactos limitados. O tempo de planejamento no nível operacional, é a curto prazo. As decisões do nível operacional, por serem relativamente fáceis, são revistas à todo momento, quando necessárias, exatamente ao contrário do que ocorre com as decisões táticas e, de modo especial, com as decisões estratégicas.
As decisões operacionais são eminentemente técnicas, isto é, sem um forte alcance de cunho político-social, exatamente o contrário das decisões estratégicas, as quais representam , muitas vezes, podem representar até mesmo a existência da organização. Ex: Levantamento da Necessidade de Treinamento.



DECISÕES NAS ORGANIZAÇÕES



Recentemente, as organizações adotaram explicitamente formas de participação nas decisões em que todos os membros de um departamento chegam a um consenso sobre a decisão a ser adotada. A tomada de decisão por consenso tem sido objeto de uma grande quantidade de pesquisas na Europa e nos Estados Unidos nos últimos 20 anos, e os dados sugerem nitidamente que uma abordagem de consenso produz decisões mais criativas e uma implantação mais efetiva do que a tomada de decisão individual.


A decisão participativa do estilo ocidental é hoje um processo bastante generalizado. Geralmente, um pequeno grupo de, no máximo, 8 ou 10 pessoas se reúne ao redor de uma mesa, discute o problema e sugere soluções alternativas. Durante este processo, o grupo deve ter um ou mais líderes especializados em dirigir confrontos entre pessoas, de modo que as discordâncias subjacentes podem ser tratadas construtivamente. 

Pode-se dizer que o grupo atingiu consenso quando finalmente concorda com uma única alternativa e cada membro pode dizer honestamente ao outro 3 coisas:


1. Acredito que você compreendeu meu ponto de vista
.
2. Acredito que compreendo seu ponto de vista. 

3. Quer eu prefira ou não esta decisão, eu a apoiarei, porque ela foi alcançada de um modo aberto e justo.

Pelo menos alguns administradores adotam instintivamente esta abordagem em cada empresa, escritório do governo ou encontro de igreja, mas não é o que acontece com a grande maioria. Algumas empresas instituíram oficialmente esta abordagem consensual para tudo, pelo fato de ser mais eficiente, em muitos casos, do que a tomada de decisão individual. Todavia o que ocorre em uma organização japonesa é de muito maior alcance e sutileza até mesmo do que esta abordagem participativa.


Provavelmente, a característica mais conhecida das organizações japonesas é a participação na tomada de decisões. Na organização típica americana, o chefe do departamento, o administrador de divisão e o presidente, acham, cada um por si, "que a responsabilidade dos outros cessa ali", que somente eles devem assumir a responsabilidade de tomar as decisões. 


Quando é preciso tomar uma decisão importante em uma organização japonesa, todos os que sentirão o seu efeito estarão envolvidos no processo de decisão. No caso de uma decisão sobre onde localizar uma nova fábrica, sobre mudar ou não um processo de produção, ou algum outro evento de importância, freqüentemente haverá 60 a 80 pessoas diretamente envolvidas na tomada de decisão. Uma equipe de 3 receberá a missão de falar a todas as 60 ou 80 pessoas e, cada vez que surgir uma modificação significativa, será necessário entrar em contato com todas elas novamente. A equipe repetirá este processo até que seja alcançado um verdadeiro consenso. Tomar uma decisão desta maneira leva muito tempo, mas, uma vez que se chega a ela, todos os afetados por ela têm a probabilidade de apoiá-la. Compreensão e apoio podem substituir o verdadeiro conteúdo da decisão, já que as 5 ou 6 alternativas concorrentes podem ser igualmente boas ou más. O importante não é a decisão em si, mas o quanto as pessoas estão comprometidas e informadas.


As melhores decisões podem dar errado, assim como as piores podem funcionar muito bem.


Um funcionário de um dos grandes bancos japoneses, descreveu o processo utilizado da seguinte forma:


"Quando está para ser tomada uma grande decisão, uma proposta escrita coloca em discussão uma alternativa melhor. A tarefa de redigir a resposta vai para o membro mais jovem e mais novo do departamento envolvido. Naturalmente, o presidente, ou o vice-presidente, conhece as alternativas aceitáveis, e o jovem tenta ao máximo calcular quais são elas. Conversa com todos, solicitando opiniões, dando atenção especial aos que conhecem
melhor a cúpula. Ao fazer isso, ele está buscando um terreno comum. Felizmente, o jovem não pode calcular inteiramente a partir dos outros o que o chefe quer, e tem de acrescentar suas próprias idéias. É assim que a variedade entra no processo de decisão em uma empresa japonesa. A empresa está tão empenhada em socializar os empregados com um conjunto comum de valores e crenças que todos os empregados experientes provavelmente aparecem com idéias semelhantes. O excesso de homogeidade conduziria a uma perda de vitalidade e mudança e, por isso, o mais jovem é encarregado da missão".
 
Freqüentemente, este jovem cometerá alguns erros durante o processo. Sugerirá coisas que são tecnicamente impossíveis ou politicamente inaceitáveis, e deixará de incluir outras. Ainda que os erros consumam tempo, esforço e dinheiro, as boas idéias acabarão sendo muitas. Acredita-se que deixar um jovem cometer um erro vale mais do que 100 preleções para sua formação como administrador e trabalhador. Por fim, é redigida uma proposta formal que depois circula desde a base da organização até o topo. Em cada estágio, o administrador em apreço manifesta sua concordância fixando seu carimbo no documento. No final, deste processo, a proposta está literalmente coberta de carimbos de aprovação de 60 e 80 pessoas. 
 
Este processo decisório, aparentemente incômodo, ocorre dentro do arcabouço de um acordo subjacente quanto à filosofia, aos valores e às crenças. Estas coisas formam a base para as premissas comuns de decisão, e possibilitam incluir um grande número de pessoas em cada decisão, e possibilitam incluir um grande número de pessoas em cada decisão. Se, como em certas organizações ocidentais, cada uma das 60 pessoas tivesse uma visão fundamentalmente diferente das metas e procedimentos, então o processo participativo fracassaria. 

O processo pode ser amplamente participatório e ainda assim eficiente, porque os japoneses somente debatem a adequação de uma determinada alternativa para alcançar os valores sobre os quais já houve acordo.
Nos processos consensuais do estilo ocidental, por outro lado, muitas vezes os valores e crenças subjacentes precisam ser formulados e, por essa razão, as equipes de decisão são deliberadamente pequenas.

terça-feira, 10 de maio de 2011

Tarefa de Teorias de Finanças Públicas


Questão 1 - (valor 0,25 pontos):
O que os indivíduos oferecem para as firmas e o que esses indivíduos recebem destas firmas.

Solução:


De acordo com o modelo do fluxo circular de renda e produto, podemos responder esta pergunta tanto do ponto de vista do fluxo de bens e serviços quanto do ponto de vista do fluxo de dinheiro.
Do ponto de vista do fluxo de bens e serviços, as famílias fornecem os fatores de produção (terra, capital, trabalho e empreendedorismo, etc.) e recebem os bens e serviços produzidos pelas firmas. Do ponto de vista do fluxo de dinheiro, as famílias recebem salários, aluguéis, juros e lucros e fornecem receitas às empresas através do pagamento pelos bens e serviços que consomem.


Questão 2 - (valor 0,25 pontos):
Como os tributos podem influenciar o aumento do produto agregado?

Solução:
Sabemos que a identidade macroeconômica básica é dada por:
Produto agregado (Y) = Demanda agregada (DA) = Renda agregada,
onde:
Produto agregado (Y) é o valor de todos os bens e serviços produzidos por uma economia; Demanda agregada (DA) é o gasto total da população com bens e serviços e Renda agregada é o valor de todos os rendimentos recebidos pela população.

Sabemos que a demanda agregada global é igual a C + I + G + X.
Por sua vez, a oferta agregada global é igual a Y + M, onde C = consumo agregado, I = investimento, G = gasto do governo, X = exportações, M = importações e Y = Produto agregado interno. Igualando a demanda com a oferta, temos:

C + I + G + X = Y+ M

E, finalmente temos que o Produto agregado é:

Y = C + I + G + (X-M)

Podemos concluir, que se o governo deseja impulsionar a economia, isto é, aumentar Y. Basta aumentar qualquer uma das parcelas que se somam para formar Y. Por exemplo, o governo pode reduzir os impostos. Tendo que pagar menos impostos, as famílias terão mais dinheiro disponível para o consumo. Se as famílias consumirem mais, aumentará o valor do consumo agregado (C) e através dele aumentará também o valor do produto agregado (Y). 


Questão 3 - (valor 0,25 pontos):
Descreva as circunstâncias que impedem que ocorra uma situação de “ótimo de Pareto”.

Solução:
A teoria das finanças públicas, de maneira geral, está fundamentada na existência das falhas de mercado. As falhas de mercado acabam gerando a necessidade da presença do governo no mercado. Por isso, é importante o estudo das funções do governo, da teoria da tributação e do gasto público.
Os mercados competitivos geram uma determinada alocação de recursos. Quando não for mais possível que a realocação dos recursos gere um aumento do grau de satisfação de um indivíduo sem, em conseqüência, degradar a situação de algum outro indivíduo, ocorre o ótimo de Pareto. Isto é, não há como melhorar o bem-estar de um indivíduo sem prejudicar pelo menos algum outro indivíduo.
As distorções denominadas “falhas de mercado” impedem que o ótimo de Pareto se realize.  São exemplos de falhas de mercado: i) existência de bens públicos; ii) falhas de competição (existência de monopólios naturais); iii) externalidades; iv) mercados incompletos;  v) informação assimétrica, vi) desemprego e inflação.

Bens Públicos
Os bens públicos têm por característica o fato de que seu consumo por parte de um indivíduo não prejudica o consumo dos demais indivíduos. Esta característica é chamada consumo indivisível. Uma vez produzidos, os bens públicos irão beneficiar a todos os indivíduos, independentemente da participação de cada um no rateio dos custos. Outra característica importante dos bens públicos é ser praticamente impossível impedir que um indivíduo desfrute de um bem público, também conhecida como princípio da não-exclusão. Por exemplo, se o governo melhora a iluminação da determinada via pública, todos os indivíduos que utilizarem esta via serão beneficiados, e não há possibilidade de distinção entre estes indivíduos. Essa característica dificulta o rateio dos custos de produção dos bens públicos entre a população.  Os exemplos mais comuns de bens públicos são: justiça, segurança pública, defesa nacional (bens intangíveis) e praças, ruas e iluminação pública (bens tangíveis).

Monopólios Naturais
Os monopólios naturais ocorrem em setores da economia nos quais o processo produtivo apresenta retornos crescentes de escala, isto é, quanto maior a produção, menor o seu custo unitário. Com isso, dependendo do tamanho do mercado consumidor, é mais vantajoso que exista uma única empresa produzindo muito do que várias empresas produzindo pouco, pois, neste caso, o custo de produção seria mais alto.
  
Externalidades
Há dois tipos de externalidades, as positivas e as negativas. Nas externalidades positivas, as ações de empresas ou indivíduos resultam em benefícios diretos ou indiretos para outros indivíduos ou empresas. Por exemplo, se uma indústria resolve, com o objetivo de utilizar água pura em sua produção, realizar um processo de descontaminação das águas do rio próximo a sua fábrica, ela estará beneficiando as pessoas que utilizam a água do rio para consumo.  Já as externalidades negativas correspondem a situações em que a ação de determinado indivíduo ou empresa prejudica, direta ou indiretamente, os demais indivíduos ou empresas. Os exemplos mais comuns são o lixo despejado por indústria químicas nos rios e mares e a poluição do ar pelas indústrias em geral.
  
Mercados Incompletos
Um mercado é considerado incompleto quando um bem ou serviço não é ofertado, mesmo que seu custo de produção esteja abaixo do preço que os consumidores em potencial estariam dispostos a pagar. Um exemplo de mercado incompleto ocorre em países onde o sistema financeiro e o mercado de capitais são pouco desenvolvidos. Com isso, não há financiamentos de longo prazo e o setor privado se torna apreensivo de investir em determinados setores da economia, pois não está disposto a assumir tantos riscos. Ou seja, existe mercado consumidor para o produto ou serviço, mas não existe quem produza. Uma maneira de resolver esse problema é a intervenção do governo no mercado, através da concessão de financiamentos de longo prazo e redução das taxas de juros para financiar o setor produtivo.

Informação Assimétrica
A informação assimétrica é uma falha no processo de divulgação de informações em um mercado, isto é, nem todos os indivíduos que participam do mercado possuem as mesmas informações, não permitindo que alguns consumidores tomem decisões de forma racional, pois não possuem dados suficientes para tal.
  
Desemprego e Inflação
Um mercado sem intervenção do governo também pode gerar altos níveis de desemprego e inflação. Para que isso seja evitado, torna-se necessária a intervenção do governo, através da implementação de políticas que visem à manutenção do sistema econômico o mais próximo possível da estabilidade de preços e do pleno emprego.  A redução do desemprego é importante, pois aumenta o mercado consumidor e, indiretamente, ajuda a diminuir a violência. Já a estabilização de preços aumenta o bem-estar da sociedade e gera um maior desenvolvimento econômico.


Questão 4 - (valor 0,25 pontos):
Quais são as características de um sistema tributário ideal?
Solução:
Um sistema tributário ideal deve respeitar os seguintes critérios:
  • O critério da equidade, isto é, o ônus tributário deve ser distribuído de forma equitativa pelos indivíduos da sociedade.
  • O critério da progressividade, isto é, aquele que tem uma renda mais alta, paga mais tributos.
  • O critério da neutralidade, isto é, os impostos devem ter o menor impacto negativo possível sobre a atividade produtiva.
  • O critério da simplicidade, isto é, os impostos devem ser facilmente compreendidos por aqueles que devem pagá-los e igualmente fáceis de serem cobrados pelo governo.

Stakeholders: significado e exemplo - Tarefa


Atividade de EAD 362 – Organização, Processos e Tomada de decisão


Nesta atividade você deverá expor um exemplo de uma organização (de preferência pública) ou mesmo de um projeto (de obra, educação, saúde, etc.), demonstrando quais são os principais stakeholders envolvidos e quais interesses eles poderão ter no caso apresentado. Você deve citar ao menos 02 stakeholders do microambiente e 02 do macroambiente. Nesta atividade, você pode se utilizar de experiências pessoais, de casos conhecidos ou mesmo de criações imaginárias de situações possíveis de acontecer.


Solução:

Stakeholder é qualquer indivíduo ou organização com os quais uma empresa se relaciona e que tem interesse nas atividades e projetos que uma organização desenvolve. O conceito de gestão de stakeholders foi desenvolvido para que as organizações reconheçam, analisem e examinem as características de indivíduos ou grupos que influenciam ou são influenciados pelo comportamento organizacional. Essa gestão é feita em três níveis: a identificação dos stakeholders, o desenvolvimento de processos que reconheçam as necessidades e interesses deles, e a construção de relacionamentos com eles. Tudo isso em prol do alcance dos objetivos da organização. Por sua vez, os stakeholders definem as suas expectativas, sentem os efeitos da experiência de relacionamento com a organização, avaliam os resultados obtidos e agem conforme as suas avaliações, reforçando ou não os laços com a empresa. Os stakeholders podem ser classificados em termos de sua 

proximidade com a organização em stakeholders do microambiente e stakeholders do macroambiente. Este modelo é útil para organizações públicas, como é o caso de universidades e hospitais, pois essas organizações apresentam uma quantidade de stakeholders superior às organizações empresariais tradicionais. No caso de uma universidade pública, há o risco de considerar que todos os indivíduos da população sejam stakeholders. Afinal, pelo pagamento de tributos, todos são contribuintes da universidade pública.  Assim, é essencial avaliar a importância relativa dos stakeholders.
Aqui procurei identificar e especificar stakeholders de uma universidade pública. Segue uma tabela com 6 stakeholders relevantes de uma universidade:
Microambiente
Alunos
Corpo Docente
Funcionários não docentes
Macroambiente
Ministério da Educação
Fundações de Amparo à Pesquisa
Ordens Profissionais (OAB, CREA, CRM, etc)


Os alunos dependem da Universidade para receberem sua formação profissional; os professores (corpo docente) são pagos pela universidade para administrarem aulas e realizarem suas pesquisas e os funcionários administrativos têm por função principal darem apoio à atividade fim da universidade, além de serem pagos por ela. Todos estes são considerados stakeholders do microambiente.
O Ministério da Educação tem na universidade seu instrumento de realização de pesquisas e ensino. As FAP´s (Fundações de Amparo à Pesquisa) selecionam e financiam as atividades de pesquisa realizadas na universidade. As Ordens Profissionais recebem os egressos das universidades como novos membros de seus quadros. Todos estes são considerados stakeholders do macroambiente.

quinta-feira, 5 de maio de 2011

Modularização Básica

Bancos de Dados - figuras

Decisão Operacional X Tática/Estratégica





 Todas estas figuras foram copiadas do material didático disponível na plataforma Moodle para o curso de Administração Pública da UFOP.

quarta-feira, 4 de maio de 2011